* Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural - 2010.
* Indicado à Categoria Especial do Prêmio FEMSA pelo trabalho de imagens de retroprojetor na dramaturgia.
* Indicado à Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil pelo Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro 2011.
* Troféu "Pecinha é a Vovozinha" (Dib Carneiro Netto - Revista Crescer) de Melhor Abertura de Espetáculo Infantil de 2011.
AGENDA
MAIO de 2012
4ª TEMPORADA - Teatro João Caetano
De 21 de Abril à 20 de Maio, Sábados e Domingos, às 16h
Rua Borges Lagoa, 650 - Vila Clementino - São Paulo - SP
Apresentações de FDE - SESC Bom Retiro
Dias 02, 03, 08, 09, 22 e 23 de Maio e 05 e 06 de Junho de 2012, às 10h30 e às 14h30
Alameda Northmann, 185 - Bom Retiro - São Paulo - SP
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HISTÓRICO
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FEVEREIRO 2012
54º FESTA - Festival de Teatro de Santos
Dia 19 de Abril de 2012, às 15h
Teatro Municipal Brás Cubas - Av Senador Pinheiro Machado, 48 - Vila Mathias - Santos - SP
SESC Vila Mariana - Mostra "Você tem medo de que?"
Dias 24 e 25 de Abril de 2012
Rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - São Paulo - SP
FEVEREIRO 2012
3ª TEMPORADA - SESC Bom Retiro
Dias 05, 12, 19, 21 e 26 de Fevereiro de 2012, às 12h
Alameda Northmann, 185 - Bom Retiro - São Paulo - SP
SESC Araraquara
Domingo, dia 20 de Novembro de 2011 - às 11h
FENATIB - Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau
Auditório Carlos Jardim
Sábado, dia 26 de Novembro de 2011 - às 9h30 , 15h30 e 19h30
Rua XV de Novembro, 161, Centro - Blumenau - SC
SETEMBRO 2011
FENTEPP
Festival de Presidente Prudente – SP
Teatro César Cava
Dia 01 de Setembro de 2011, às 10h e as 14h
Rua José Bongiovani, 700, Jardim Bongiovani, Presidente Prudente – SP
JULHO 2011
TEMPORADA SESC SANTANA
São Paulo - SP
de 10 de Junho à 04 de Setembro, aos Domingos, às 14h
Avenida Luis Dumont Vilares, 579, Santana - São Paulo - SP
Cine Vitória - Festival de Teatro de Resende
Terça-feira, 05 de Julho, às 10h
Praça Oliveira Botelho, 292, Centro - Resende - RJ
JUNHO 2011
Teatro Municipal Santos Dumont
Domingo, 19 de junho, às 16h
Avenida Goiás, 1111, Centro - São Caetano do Sul, SP.
Teatro Municipal de Barueri
Segunda-feira, 20 de junho, às 16h
Rua Ministro Raphael de Barros Monteiro, 255, Jardim dos Camargos - Barueri - SP
Galpão Arthur Netto
Quinta e Sexta-feira, 23 e 24 de junho, às 20h
Avenida Fausta Duarte de Araújo, 23, Jardim Santista - Mogi das Cruzes - SP
MAIO 2011
Theatro Municipal de São José do Rio Preto - Virada Cultural Paulista 2011
Domingo, 15 de maio, às 10h30
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 5381, São José do Rio Preto, SP.
MARÇO 2011
Teatro Cacilda Becker
Sábados e domingos, 5 a 27 de março, às 16h
Rua Tito, 295, Lapa - São Paulo, SP.
DEZEMBRO 2010
Estréia - Auditório do Sesc São José dos Campos
Domingo, 5 de Dezembro de 2010, às 15h
Rua Coronel José Monteiro, 275, Centro - São José dos Campos - SP
É com grande satisfação que soubemos há pouco que nosso espetáculo recebeu duas importantes indicações nesse ano de 2011.
As indicações foram dos Prêmios FEMSA-Coca-Cola 2011 e Cooperativa Paulista de Teatro.
No caso do Prêmio FEMSA-Coca-Cola 2011, fomos indicados na Categoria Especial – pelo uso destacado de projeções aliadas à dramaturgia. Este é o maior prêmio do Teatro Infantil da Capital Paulista, e um dos mais respeitados do país.
E não menos importante, recebemos também a indicação ao prêmio de Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil feito em salas convencionais do Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro, a mais importante cooperativa de artistas do país.
Estamos muito honrados com esse reconhecimento de ambos os prêmios, e isso nos impulsiona a querer cada vez mais trabalhar por uma arte que compartilhe com o espectador nossos questionamentos e impressões.
Muito obrigado a todas as pessoas que direta ou indiretamente nos apoiaram neste ano riquíssimo para nós. Que o ano que vem possamos levar nosso pato, nossa morte e nossa tulipa para mais e mais lugares, trocando experiências com os mais diversos públicos desse país.
Feliz 2012!
Cia de Feitos
No quarto dia da mostra de Teatro Infantil do Fentepp, dia 01 de setembro, tivemos no teatro César Cava a apresentação de “O Pato, a Morte e a Tulipa, com a Cia. de Feitos, de São Paulo.
A peça, baseada no livro homônimo de Wolf Erlbruch, conta a história de um pato que se vê, certo dia, sendo seguido pela Morte; ele a chama para brincar e uma amizade se estabelece entre eles. A dramaturgia, bem construída, não se limita a apenas reproduzir o livro, e certamente não cai na tentação de transformá-la em uma narrativa moralista ou simplista. Segundo os atores, as cenas foram construídas a partir de improvisações; assim, brincadeiras de criança fazem não apenas número na encenação, mas constroem um chão firme que confere segurança e bom direcionamento à peça, e ao mesmo tempo agilidade e leveza.
O figurino, muito eficiente, também foge totalmente do cliché, indicando o Pato apenas por uma viseira que imita um bico, e caracterizando a Morte como um aviador, sempre no alto de uma escada – uma caracterização que lembra muito o que qualquer criança poderia fazer em casa, brincando de faz-de-conta. O cenário é esteticamente interessante, sem deixar de ser eficaz. Serve tanto aos recursos técnicos da encenação quanto à narrativa, ao ampliar o escopo e as possibilidades imagéticas que ela oferece, trabalhando principalmente com base em projeções e jogos de sombra feitos por trás de uma tela branca, estendida no meio do palco. E faz isso sem atrapalhar a evolução dos atores, que se adaptam e exploram bem o exíguo espaço que lhes sobra no palco.
Os atores apresentam bom preparo técnico tanto para lidar com a proposta estética quanto com o público em si. Ainda que algumas vezes eles possam parecer ter uma postura cênica um pouco solta demais, o próprio esquema de brincadeiras que eles se propõem como estrutura os obriga a estarem atentos e presentes. Assim, eles nunca perdem o domínio da narrativa ou da atenção do público, mesmo mesmo em uma sequência de cenas líricas ou silenciosas. Também o jogo entre a figura “ao vivo” dos atores e as sombras é muto dinâmico, e mantém a atenção da garotada presa ao palco todo o tempo.
Ao longo da peça, eles trazem uma série de jogos infantis em que a morte é nomeada de alguma forma, desde brincadeiras de rua como “lá em cima do piano tem um copo de veneno” e “vivomorto”, até a última novidade em vídeo-games. Eles evidenciam assim, com graça, mas ao mesmo tempo com seriedade, o quanto a morte está presente no imaginário infantil – e que negá-lo, ou tentar afastar as crianças disso não só as subestima como as priva de uma importantíssima parte de sua aprendizagem de viver no mundo.
Mas não é só de morte que trata a peça. Na adaptação da Cia. de Feitos, o pato são três: dois olham para a figura da Morte com estranheza e desconfiança, logo que ela chega; o terceiro, no entanto, faz questão de trazê-la para nadar no lago. Assim, além da discussão sobre o que é a morte, e como ela faz parte da vida, a peça se torna também uma metáfora sobre inclusão, aceitação, quebra de preconceitos. Independentemente do que se diz da Morte, o Pato olha para ela, vê como ela é: seu sorriso, seu jeito tranquilo, quase amigável, e decide então, por si mesmo, que é uma boa ideia ter ela por perto. Por que recusar a oportunidade de ter um amigo? A amizade faz a morte aproveitar a vida.
Mas o tempo passa, e o Pato morre. Simples assim, sem barulho nem histrionismos. A Morte o leva – quase triste… mas inexorável. É assim que as coisas são. Os atores contam que alguns pais e professores se ressentem da maneira direta e clara como o assunto da morte é tratado; os adultos parecem sentir uma certa necessidade de “proteger” seus filhos da possível crueza ou tristeza que esse tema possa trazer. Mas essa preocupação não encontra ressonância no público-alvo, que lida com o assunto da morte com a mesma clareza e simplicidade apresentada pelo grupo. Eles dizem que, eventualmente, são questionados por alguma criança: “por que o pato morre no final?” A resposta não pode ser outra, em consonância com a peça: “Porque sim. Porque é isso o que acontece com todo mundo; é natural.” Elas entendem a justeza da afirmação, a lógica que isso carrega. E não se preocupam mais. Crianças são seres de uma complexidade altamente coerente.
A peça não oferece respostas prontas, não se propõe a transformar em algo linear e consequente algo que é tão caótico quanto a própria vida em si – e é nesse sentido que eles apresentam a morte, não como o fim da vida, mas como parte dela. Nesse sentido, o grupo reconhece (com um sorriso…) que a peça possa ser perturbadora para os pais, pelas questões e reflexões que gera nas crianças – questões que, se tudo correr bem, elas poderão levar para casa, para a escola, para a vida, obrigando os adultos a olhar para elas, gerar respostas, entrar em diálogo. Ainda que não fosse apenas pela sua excelente qualidade artística, a peça “O Pato, a Morte e a Tulipa” é uma ótima contribuição para uma mostra de teatro infantil.
Sandra Parra.
Professora do Curso de Artes Cênicas da UEL, atriz e performer, bacharel em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP e Mestre em Artes pela UFMG. Foi crítica do FENTEPP 2011.
Serviço: “O Pato, a Morte e a Tulipa” – Cia de Feitos – São Paulo – SP. Apresentada na quartafeira, 01/09/2011, 10h e 14h,Teatro César Cava.
A peça O Pato, a Morte e a Tulipa fala desse tema tão delicado de um jeito sensível e cuidadoso
por Dib Carneiro Neto
Há tempos eu não via uma abertura de espetáculo infantil tão empolgante. Uma ideia simples e trivial – guerra de travesseiros no quarto das crianças – abre alas para uma delícia de atração, O Pato, a Morte e a Tulipa, que cumpriu temporada em março no Teatro Cacilda Becker e agora faz uma segunda etapa no Sesc Santana, em São Paulo, até 4 de setembro, só aos domingos, num horário mais cedo: 14 horas. No fim de setembro, parte para o Festival de Teatro de Blumenau.
Não espere uma superprodução. A simplicidade dá o tom em tudo. O importante é que o efeito na plateia é que é ‘super’, isso é o que vale mais. Risadas e gargalhadas na hora certa, silêncio respeitoso quando necessário: o que melhor do que isso poderíamos querer como resultado?
Para sua primeira peça para crianças, a Cia. De Feitos, criada em 2008, foi buscar inspiração no livro de mesmo nome, escrito pelo alemão Wolf Erlbruch, que também é ilustrador e já foi premiado com o chamado ‘Nobel da literatura infantil’, o Prêmio Hans Christian Andersen (aquele que a brasileira Ana Maria Machado também já ganhou). O livro foi lançado no Brasil recentemente pela editora Cosac Naify.
O tema? Morte. Sim, olha aí mais uma prova de que os encenadores enfim entenderam que este não pode mais ser um tabu no teatro infantil. O texto, assinado pelo diretor Carlos Canhameiro (integrante da Cia Les Commedians Tropicales), com a colaboração do grupo todo, é cheio de imagens, metáforas, prosa poética e pertinentes referências a brincadeiras de infância de antigamente.
O jeito como eles brincam com as palavras é fascinante. Sangue vira catchup de cachorro quente. Outro exemplo: antes de dizer a frase “O sonho acabou”, o personagem come um sonho inteiro desses de padaria… Há muito mais, como alterar ditados conhecidos de sabedoria popular. Ou seja, nota dez para a criativa adaptação do livro, que alçou voos complementares à própria ‘viagem’ que o autor alemão nos propõe em direção ao conhecimento e aceitação da morte.
Um pato (interpretado ao mesmo tempo ou alternadamente por três atores do grupo: Artur Kon, Giscard Luccas, Leandro Ivo) começa a perceber que uma mulher misteriosa o está seguindo o tempo todo. Puxa conversa e descobre que ela é a morte. Sim, e veio buscá-lo… A partir daí, surge uma sólida amizade entre eles. O pato ensina a Morte a brincar e até a descansar, coisa que ela nunca fazia. Tudo isso é mostrado de um jeito muito sensível e cuidadoso, com o auxílio de uma trilha sonora bem divertida, como as canções dos Titãs com letras trocadas (‘O Pulso da Pata do Pato’, inspirada em ‘O Pulso’, e ‘Esportes Radicais’, inspirada em ‘O Que’).
Um telão em cena (outra recurso recorrente nas montagens infantis que tenho visto em 2011) serve de ‘cenografia animada’. Sombras são usadas o tempo todo como apoio narrativo, mas não só. O telão recebe pinceladas de tinta, jatos de água, papéis picados, recortes de jornais – e tudo fica plasticamente belo. Brincar de fazer letras do alfabeto com a sombra do próprio corpo é outro ponto alto. A cena final, quando a Morte vai embora, é muito bonita – e também tem a ver com o telão (não vou contar). Aliás, o que faz a tulipa no título da peça? Vá descobrir.
Os atores estão bem integrados à proposta de atuar brincando. E o que é melhor: interpretam crianças sem aquele ranço tatibitate que muitas vezes nos irrita no teatro infantil. A atriz que faz a Morte (Denise Cruz) tem um forte sotaque interiorano, sobretudo nas letras R, e isso adquire um tom a mais de brincadeira. Reflitam sobre dois argumentos que ela usa para convencer o pato de que morrer é natural:
1) Sobre a vida: “Por que você tem medo de perder uma coisa que, ao ser perdida, não poderá mais ser lamentada?”
2) Sobre a hora de morrer: “Não pode ser penoso algo que acontece só uma vez.”
A Fundação cultural de Blumenau informa que o processo de seleção dos espetáculos que integrarão o 15º Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau aconteceu de 26 a 28 de julho ( terça a quinta-feira) no Auditório Carlos Jardim. A FCB recebeu um total de 81 grupos inscritos de vários Estados brasileiros. O 15º FENATIB acontecerá de 11 a 21 de setembro próximo.
A Comissão de Seleção adotou como critérios de seleção: a qualidade dos elementos do espetáculo (texto, direção, atuação, estética); coerência entre a proposta de direção e realização; priorização de espetáculos que valorizem a inteligência e capacidade de compreensão da criança; priorização de espetáculos que não sejam meras cópias de produções televisivas e cinematográficas; contemplar a diversidade de linguagens; na medida do possível, atender a diversidade regional; adequação aos espaços oferecidos pelo festival.
Foram selecionados os seguintes espetáculos:
1. O pato, a morte e a tulipa – Cia de Feitos – São Paulo – SP
2. Anjo de papel – Cia Fios de Sombra – Campinas – SP
3. Igi – A árvore da vida – Cia. Muito Franca! – Rio de Janeiro-RJ
4. Livres e iguais – Teatro sim…Por que não?!!! – Florianópolis-SC
5. O circo dos objetos – Mariza Basso Formas Animadas – Bauru-SP
6. A fabulosa viagem de Duda e Lola em busca da irmã perdida ou… cadê Kika? – Grupo Caixa de Histórias – São José dos Campos – SP
7. As três mulheres sabidas – Cia Dedo de Prosa – São Paulo – SP
8. O que podemos contar – Trupe do Experimento – Rio de Janeiro – RJ
9. O marajá sonhador e outras histórias – Os Buriti – Brasília DF
10. La vie em Rose – Cia da Casa Amarela – Catanduva – SP
Suplentes por ordem de classificação:
1. As aventuras de Pepino – Cia. Rodamoinho – Santana de Parnaíba – SP
2. 1001 fantasmas – Cia O Grito – São Paulo – SP
3. Circo de pulgas – Cia Circo de Bonecos – São Paulo – SP
4. O piolho, a caolha, a morte e as 4 irmãs que não deveriam falar! – Grupo Cutucurim – Angra dos Reis- RJ
5. Clarice matou os peixes – Cia. do Abração – Curitiba – PR
6. Que bicho será? – Cia Navegante Teatro de Marionetes – Mariana – MG
Falar sobre a morte virou assunto recorrente nos palcos infantis, por mais estranho que isso possa soar. Algumas montagens erram o tom e causam constrangimento na plateia. Outras vão pelo caminho do humor, encantam e criam uma brecha para a família conversar sobre o tema. É o caso da simpática “Tem, Mas Acabou”, atualmente no Teatro do Sesc Belenzinho, e da divertida O Pato, a Morte e a Tulipa, em cartaz no Teatro Cacilda Becker. Levada pela Cia. de Feitos, a peça dirigida por Carlos Canhameiro transforma a morte em um personagem pronto para fazer reflexões sobre sua “profissão”. Inspirada no livro do alemão Wolf Erlbruch, a história apresenta três patos (os atores Artur Kon, Giscard Luccas e Leandro Ivo) perseguidos pela sinistra figura (Denise Cruz). Intrigados, eles tentam descobrir o que acontece quando tudo termina e passam a temer por esse dia.
Projeções coloridas em uma grande tela, além de criativos efeitos de luz, representam os vários ambientes e os momentos de devaneio das aves sobre a hora da partida. Há espaço ainda para as músicas “Rap do Patinho”, “O Pulso da Pata do Pato” e “Esportes Radicais”. O texto também faz graça da relação do mundo animal com o fim da vida, como quando um dos bichos diz: “Pato bom vira cisne e pato ruim vira marreco depois de morrer”. Apesar do tom de comédia, vale o aviso: os menorzinhos podem ficar amedrontados com algumas situações.
AVALIAÇÃO ✪✪✪
Fonte: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2209/o-pato-morte-tulipa-em-cartaz-no-teatro-cacilda-beckerLivro de autor e ilustrador alemão premiado ganha os palcos
A peça “O Pato, a Morte e a Tulipa”, adaptada do livro homônimo lançado em 2008 pelo ilustrador e escritor alemão Wolf Erlbruch, chega ao palco do Cacilda Becker (zona oeste de São Paulo) neste sábado (5). O autor foi contemplado, em 2006, com o prêmio Hans Christian Andersen de literatura infantil.
Artur Kon (foto) em cena da peça "O Pato, a Morte e a Tulipa", que estreia no teatro Cacilda Becker
De forma divertida, a montagem da Cia. De Feitos mostra a amizade incomum entre um pato e a morte, sem deixar de abordar temas complexos como o sentido da vida e para onde vamos. A peça usa imagens projetadas em uma tela para criar a atmosfera de “sonho” do pato, que busca saber o que virá após a morte.
O espetáculo fica em cartaz até 27 de março, aos sábados e domingos, às 16h, com ingressos a R$ 10. O elenco é composto por Artur Kon, Denise Cruz, Giscard Luccas e Leandro Ivo. Direção: Carlos Canhameiro. Duração: 53 minutos. Classificação etária: livre.
Fonte: http://guia.folha.com.br/crianca/ult10047u882839.shtml